Eu versei aqueles contos,
me espantei com os seu versos,
na canetas são tão prontos,
são o elo das tuas palavras,
enxerguei nas tuas margens
um universo de saudade,
eu pesquei nas tuas miras,
um alimento pra agonia,
eu enterrei o que havia,
brilhando o farol em nostalgia,
numa cadeira de o que faria?
esperei raiar o dia
Eu entornarei minhas lágrimas um dia,
eu retornarei pra minha terra, minha alegria,
acenar pra minha menina,
e sorrir para minha vida.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
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